domingo, 4 de dezembro de 2011

-Amor,cheguei -Entrou em casa tirando o colete e o cinto, os colocando em cima de uma poltrona. 
 
-Hoje demorou,que carinha cansada -O abraçou pela cintura- O que ouve? 
 
-Teve uma reunião hoje -Suspirou e beijou seus cabelos- Vou começar a reunir os melhores homens que tenho, se os governos não entrarem em acordo, temo que tenhamos um enorme problema a vista. 
 
-Passou na televisão de novo, estão ameaçando matar os reféns, fora as bombas...-Puxou-lhe para o sofá e sentou-se em seu colo- Mas não gosto de falar nisso, sabe que não quero que vá. 
 
-É meu trabalho bebê, hoje no treinamento, resolvi que vou dividir o grupo em dois, vou fazer treinarem como rivais, pra ver quem se sai melhor, temos que está preparados -Cheirou seus cabelos- Se tiver que ir, quero que não faça nenhuma besteira, nada de sair andando pelas ruas e.... 
 
-Ta bom, ta bom,vamos comer, vem -Foram para a cozinha, onde almoçaram e conversaram amenidades. 
 
Após o almoço,se dirigiram a base, se percebia a tensão no rosto dos soldados, assim que Arthur entrou no campo, foi chamado para mais reuniões, não sem antes deixar tarefas aos homens, várias estratégias eram discutidas, os Estados Unidos não podiam bater de frente, pois o Iraque produzia bombas, armas químicas, e não estavam para brincadeira, cada um ameaçava de um lado, após horas de discussões sobre como agir, ficou decidido que uma tropa seria enviada para o resgate dos reféns, agora era questão de terminar o treinamento para se infiltrarem em território inimigo. Lua que assim que chegou na base, se dirigiu para a enfermaria, pela primeira vez iria por em prática tudo o que aprendeu, pois com o treinamento puxado, alguns homens apareceram com fraturas, cortes e arranhões.

-Prefiro ficar olhando Mary, pode limpar -Mordeu o lábio inferior olhando o ferimento ser cuidado- A prática é muito mais complicada. 
 
-É nada, é questão de prática, aquele ali -Apontou um homem que estava com um machucado no ombro -É basicamente igual a esse, como até agora só ficou olhando, vai saber o que fazer. 
 
-Mas Mary.... 
 
-Vamos mocinha,vai, vai, vai -Riu a empurrando em direção ao machucado. 
 
-Não vai doer muito -Apontou para o remédio que tinha nas mãos- É só para não infeccionar. 
 
Muito cuidadosamente, começou a limpar o ferimento, depois de limpo, aplicou um anti-inflamatório, e cobriu o machucado. 
 
-Obrigada -Agradeceu o homem saindo da enfermaria. 
 
-Nossa, ainda bem que não era nada grave -Sentou em uma cadeira vendo Mary cuidar de um pequeno corte no joelho de outro homem- A coisa deve ta feia no campo de treinamento, já vieram três feridos, em poucos minutos. 
 
-E pelo que comentam, a tendência é aumentar. 
 
Durante a tarde,mais homens apareceram, entre ferimentos, cortes e inchaços, Lua já tinha pego um pouco mais de segurança, já passava das seis da noite, quando atendiam os dois últimos.

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