Deixando a mochila de lado, agarrou seu pescoço, e finalmente se beijaram, seus lábios se encostavam suavemente, logo após, se entreabiram, dando passagem para a língua,beijaram-se até a respiração acabar, ao separarem seus lábios, deram pequenos selinhos e encostaram as testas.
-Te amo bebê -Arthur falou olhando em seus olhos- Muito, muito....
-Também amo você -Respondeu lhe dando outro pequeno beijinho- Agora vamos comer. Ainda tenho que ver se você ta muito machucado.
-Só tenho esses cortes pequenos no rosto, não precisa se preocupar, agora quero que coma, vou pegar um casaco meu para você vestir -Arrastou sua mochila que estava de um lado- Não quero que fique doente, e aqui é muito frio.
-Mas e você?Pode vestir seu casaco, eu tô bem assim.
-Tenho mais de um aqui, toma -Tirou um e vestiu por cima da sua blusa- Pronto, assim fica mais aquecida, quer outro?
-Quero que vista um também.
-Mas não sinto frio e.....
-Vista amor,também não quero te ver doente, se não vesti, tiro esse meu -Falou decidida.
-Está bem -Tirou outro e se vestiu- Satisfeita?
-muito, agora vamos comer.
Foi tudo muito repentino, após dois meses sem dormir e comer direito, com o corpo machucado,tendo que lutar todos os dias, ver Lua ali, foi como um prêmio, um grande prêmio merecido, porém, agora que já a tinha nos braços, se deu conta do absurdo da situação, sua pequena, sua bebê estava ali, em meio a uma guerra,onde não tinham certeza de nada, estavam sendo casados, corriam perigo, ao se dar conta da situação, imediatamente tentou controlar a respiração, uma raiva enorme foi tomando sua mente e corpo, quem terá sido o incompetente, que permitiu que sua mulher, viesse pra esse inferno. Lua que estava em seu colo,mexendo na mochila, percebeu imediatamente Arthur mudar sua postura, o olhou e ficou temerosa com que viu, pois, seu olhar estava frio, sua expressão estava séria, percebeu que ele olhava algum ponto distinto, lentamente colocou as mãos em seu rosto, e o puxou para si.
-Ficou sério de repente, o que ouve?-Perguntou e o viu respirar fundo- Tá sentindo alguma coisa?
-Quem te deu permissão pra vim?-Fechou os olhos respirando profundamente.
-O general que está encarregado de manter contatos -Encostou suas testas- Porque?
-Que tipo de irresponsável ele é? Permitir que você venha pra cá?
-Ei, não começa,eu que pedi e............
Nenhum comentário:
Postar um comentário