-Não vai prejudicar nosso bebê -Respondeu Lua corando- Pelo contrário, a médica disse que faz muito bem -Quando ele tentou olha-la, ela escondeu a cabeça em seu peito.
-Então faz bem né?-Suas mãos subiam e desciam pelas suas costas.
-Mas e se alguém quiser usar o banheiro?-Sussurrou em seu peito.
-Mando procurar outro lugar, mas ninguém vai nos interromper -Voltou para seu pescoço.
-Como consegue pensar nessas coisas nesta situação?
-Amor,estamos sozinhos, dentro de um banheiro, não importa o lugar, nem a situação, temos que aproveitar esse momento -Deu uma pequena mordidinha em seu pescoço e a ouviu suspirar- Além do mais, fazem dois meses que não faço amor com você -Isso ele disse já em seu ouvido, suas mãos se apertaram ao seu redor, até unir seus corpos.
-E se alguém desconfiarem da demora? Se quiserem usar o banheiro? E se escutarem alguma coisa -Perguntou já rendida aos seus carinhos.
-Ninguém vai notar nossa demora, estão muito ocupados pra isso, a essa hora devem estar descansando ou comendo alguma coisa, além de que, viram quando entrei com você nos braços, é de se esperar que vamos demorar aqui, e já devem ter usado o banheiro antes de nós chegarmos, fomos os últimos a vir pra cá, quanto ao barulho, não se preocupe -Subiu seus beijos até chegar na boca, lhe deu um pequeno selinho e encostou suas testas, ambos já tinham a respiração ofegante- Farei tudo para ser o mais silencioso possível -Roçou seus narizes, dando um beijinho de esquimó- Mas se não quiser, só tomamos banho mesmo e...
-Eu quero -Sussurrou e pegou sua cabeça entre as mãos- Quero sentir você, está certo quando disse que temos que aproveitar os momentos que temos -Lhe deu um selinho- É só que nunca pensei que faríamos aqui, em meio a tudo o que estamos passando, mas a verdade é que também quero fazer amor com você -Encostou novamente suas testas e olharam-se profundamente.
-Te amo pequena.
-Eu também amo você príncipe.
Não precisaram disser mais nada, seus lábios se encontraram, Arthur apertou seus braços em sua cintura, fazendo seus corpos ficarem ainda mais grudados, suas línguas exploravam cada cantinho da boca, matando a saudade, quando precisaram respirar, Arthur desceu seus beijos pelo seu queixo, pescoço e colo, quando chegou aos seios, deu uma atenção especial a cada um deles, primeiro foi o direito, deu um pequeno beijinho seguido por uma lambida carinhosa, ao ouvi-la suspirar, afastou-se um pouco.
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